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Case da Revista Proteção: Aumento de Acessos e Faturamento após Parceria Aspin

A História da Revista Proteção

Em dezembro de 1987 circulou a primeira edição da Revista Proteção, veículo que deu origem à Proteção Publicações, depois transformada em Proteção Publicações e Eventos. 

O objetivo da revista foi, desde o princípio, disseminar informação de qualidade sobre saúde e segurança do trabalho. Esse nicho se abriu pois, no final dos anos 1970, houve uma mudança importante na legislação brasileira, com a criação de muitas normas de proteção ao trabalho e a obrigatoriedade das empresas se adequarem com a contratação de profissionais especializados, técnicos de segurança, engenheiros de segurança, médicos do trabalho e enfermeiros do trabalho. 

A Revista Proteção, então, voltou-se exatamente para estes profissionais que precisavam de informação de qualidade, pois de seu trabalho dependia muito a saúde e a segurança dos trabalhadores.


A Proteção surgiu como uma revista semestral, que aos poucos foi ampliando sua periodicidade. Em 1990, a circulação já era trimestral, passando a bimestral, em 92, e a mensal, em abril de 94. Sua trajetória passou por uma série de iniciativas importantes, entre as quais está o lançamento do Anuário Brasileiro de Proteção, em 1995 e a Revista Emergência, publicação especializada nas áreas de proteção contra incêndio, emergências químicas, atendimento pré-hospitalar e defesa civil, em 2006, hoje com circulação trimestral.

Desde 1997 foram realizadas inúmeras feiras, seminários e congressos. Antes da pandemia eram realizados cerca de 150 cursos por ano em diversas regiões brasileiras. Bienalmente é realizada em São Paulo no Expo Center Norte a feira Expo Proteção. A próxima edição acontecerá em agosto de 2023.

Hoje, a Revista Proteção é a principal publicação brasileira do setor de Saúde e Segurança do Trabalho, com tiragem mensal de 12.000 exemplares, circulando em todos os estados brasileiros dentro das principais organizações.

A Migração para o Digital e a Parceria com a Aspin

Desde 2014 Proteção e Emergência contam com edições digitais, que podem ser acessadas no formato web ou através de aplicativos disponíveis nas versões IOS e Android. Como as revistas não centralizam sua atuação pelo factual, as edições têm muita durabilidade e são colecionadas pelos leitores, que fazem pesquisas em reportagens e artigos técnicos para auxiliar no seu trabalho. Neste sentido, o leitor pode acessar todo o conteúdo publicado nas duas revistas desde 2004.

Considerando o nicho de atuação, os números de acessos do portal sempre foram relevantes, mas a estrutura antiga dava mostras de que precisava ser substituída para acompanhar a tecnologia. Foi quando, em 2019, a empresa adotou a solução da Aspin, o que possibilitou opções interessantes de negócio. Novas seções foram criadas, blogs foram desenvolvidos e uma parte multimídia foi inaugurada.

Em 2021 foi implementado o paywall, mesmo com o temor de que o número de visitantes tivesse uma queda abrupta. Mas esse medo logo se dissipou, pois a estratégia implementada de gratuidade para um número reduzido de acessos, somada ao plano de assinatura com recorrência, só fez aumentar a visitação ao site.

“Mesmo com fechamento parcial do site, em 2021, conseguimos um incremento de 70% em relação a 2019”, afirma Alexandre Gusmão, diretor da Revista Proteção.

Alexandre Gusmão também frisa que nesse período foram implementados novos conteúdos exclusivos aos assinantes, como o projeto Proteção TV, que conta com vídeos de entrevistas, tendências da tecnologia e resumos das principais notícias divulgadas no site, além de um programa mensal com os destaques da revista.

Também em 2021, o portal adotou a loja virtual da Aspin, integrando as vendas com o SCAP, software desenvolvido pela Aspin e utilizado pela empresa desde 2008.

Crescimento Junto com a Plataforma SCAP

Quando implementado, o SCAP casou perfeitamente com as demandas da Revista Proteção, que precisava de uma plataforma sólida e que entendesse suas especificidades, como comissionamento de agências, renovação de assinaturas e reativações.

Mas a área de atuação da Revista Proteção não era somente jornalística. Eventos, feiras, congressos, seminários e cursos também estavam no portfólio de serviços. E para esse mundo o SCAP não estava preparado. Assim, Aspin e Proteção desenvolveram a quatro mãos o módulo para eventos da plataforma SCAP, onde estão previstos dois produtos: a venda de espaços em feiras e a venda de inscrições em cursos.

Planos Futuros da Revista Proteção

Para o futuro, a Revista Proteção sabe de seus desafios e que precisa estar preparada para os próximos passos do mercado editorial. Na área jornalística, entende que mesmo a forma de consumir conteúdo sendo modificada, sempre haverá espaço para o que for de qualidade. Já para a área de eventos e cursos, o EAD já é uma realidade sem volta, acelerado pela pandemia. Com isso a aposta está na Universidade Proteção, uma série de cursos online promovidos pela empresa.

Muito consciente do cenário atual, a gestão da revista entende que estamos em meio a muitas dúvidas: como será disponibilizada a informação nos próximos anos? Quem vai pagar a conta do jornalismo de qualidade? Como as pequenas editoras manterão suas portas abertas?

Seguro do que entrega aos seus consumidores, Alexandre Gusmão finaliza:

“Nosso projeto é ampliar a atuação no site e nas redes sociais viabilizando a rentabilização destes meios para que possamos continuar oferecendo um conteúdo diferenciado e de qualidade que nos permita ser relevantes para nossos consumidores (leitores, espectadores, ouvintes, etc). Vamos tentar incrementar ainda mais a Proteção TV, o site Proteção+, a Universidade Proteção, os cursos e as feiras presenciais e manter a Revista importante, seja impressa, digital ou em um novo formato que venha a surgir. Afinal nosso produto não é papel nem telas touch screen. Nosso produto é e sempre será informação de qualidade.”

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